terça-feira, 25 de junho de 2013

obesidade


OBESIDADE GORDURAS

 

    Um problema que angustia e atrapalha a vida de muitos. Que aparentemente fácil de solucionar, afinal não é só diminuir as quantidades de alimentos ingeridos e fazer exercícios físicos? Mas....como é difícil colocar em prática em seu dia-a-dia. Mudar seus hábitos, não só alimentares, mas de vida, mudando seu estado emocional, sua percepção de si mesmo, da vida. Hoje, estou aqui com um texto da Cristina Cairo, com alguns pontos interessantes, que vale a pena dar uma parada e refletir um pouco sobre seu próprio comportamento e sentimentos e conseguir alguma identificação, pois, lembre-se sempre: Uma vez consciente, já está a meio caminho para a cura. Este texto servirá como um inicio para ampliar sua percepção sobre si mesmo. Se encontrar dificuldades, seja humilde o suficiente para saber sua limitações e procure ajuda de um profissional para esta caminhada em busca do “autoconhecimento”.

   -“A gordura é o casulo que a pessoa cria, inconscientemente, para se proteger e se esconder dos problemas externos.

   Pessoas muitos sensíveis, que se deixam magoar com facilidade, buscam se proteger atrás da gordura, que representa a maciez de um abraço. Muitas vezes a gordura é uma forma “convenientemente” usada para se conseguir certos benefícios, como atrair a compaixão de outras pessoas, deixar de trabalhar naquilo que não gosta, escapar de certas obrigações que limitam sua liberdade e até mesmo testar o amor e a fidelidade do cônjuge. Mais uma vez vemos que o perigo está em nossa mente, não no mundo em que vivemos e nem nos alimentos que comemos.

   Atenção: Quanto mais você “engolir” e guardar mágoas, mais seu corpo engordará. Para você superar definitivamente essa dificuldade de emagrecer terá de compreender que toda expectativa gera frustração. Por isto não fique esperando acontecer o que você deseja, nem queira que as pessoas sejam como você ou lhe dêem aquilo que tanto você almeja. Saia já desta postura de vítima e perceba o tamanho do seu próprio poder. Ningúem é responsável pelas suas fraquezas ou fracassos, tudo depende exclusivamente da sua postura diante da vida e dos acontecimentos.

   Com o subconsciente nós devemos agir despreocupadamente e mandar mensagens positivas e constantes.

   Chega de arrumar pretextos , pois isto só vem provar que você está realmente tendo alguma conveniência em ser gordo. Quando nos magoamos com algo é porque estamos sendo egoístas em querer que tudo seja do nosso jeito. Liberte-se dessa tendência e aceite as pessoas como elas são.

segunda-feira, 17 de junho de 2013

que tipo de perfeccionista é você?


QUE TIPO DE PERFECCIONISTA É VOCÊ?

 

O perfeccionismo inclui elementos úteis, mas também destrutivos. As pessoas que lidam de forma saudável com essa característica tendem a obter bons resultados naquilo que se propoem fazer, gostam desse esforço e se permitem comemorar suas conquistas. Por outro lado, perfeccionistas insatisfeitos costumam ser assombrados pelo medo do fracasso – em geral, mas fantasiado que concreto. Duvidam que são capazes de cumprir as metas que estabelecem para si e raramente se sentem satisfeitos com suas realizações. O teste a seguir é usado em trabalhos de pesquisa para avaliar a relação das pessoas com próprio grau de autoexigência. É importante levar em consideração o “pode ser”, porque o teste – e aqui vale o trocadilho – não é perfeito, trata-se de uma ferramenta informal, sem poder de diagnóstico. Pontue as declarações indicando o que é verdade para você, usando uma escala de 1 a 7, em que 1 é “discordo totalmente”, 2”discordo”, 3”discordo ligeiramente”, 4”não concordo nem discordo”, 5”concordo um pouco”, 6”concordo”, 7”concordo plenamente”.

1.       Tenho padrões altos em relação ao meu desempenho no trabalho ou na escola.( )

2.       Muitas vezes me sinto frustrado por não conseguir cumprir meus objetivos. ( )

3.       Se você não espera muito de si, nunca terá sucesso. ( )

4.       “Meu melhor” parece nunca ser bom o suficiente para mim.( )

5.       Tenho grandes expectativas para mim. ( )

6.       Raramente aproveito o resultado dos meus padrões elevados. ( )

7.       Fazer o “meu melhor” parece nunca ser suficiente. ( )

8.       Eu defino padrões muito alto para mim. ( )

9.       Nunca estou satisfeito com minhas realizações. ( )

10.   Espero o melhor de mim. ( )

11.   Frequentemente não me preocupo em medir minhas expectativas. ( )

12.   Meu desempenho raramente reflete meus padrões. ( )

13.   Não fico satisfeito mesmo quando sei que fiz o melhor que podia. ( )

14.   Tento fazer o melhor em tudo que realizo. ( )

15.   Raramente sou capaz de dar conta dos meu próprios padrões elevados de desempenho. ( )

16.   Quase nunca estou satisfeito com o meu desempenho. ( )

17.   Quase nunca sinto que aquilo que faço seja bom o suficiente. ( )

18.   Tenho forte necessidade de buscar excelência. ( )

19.   Muitas vezes me sinto decepcionado após completar uma tarefa por saber que poderia ter feito melhor. ( )

Hora de contar

Depois de atribuir um número a cada afirmação, some as respostas dos itens 1,3,5,8,10,14 e 18. Este número representa os “padrões”, sua tendência a estabelecer metas ambiciosas. Some as respostas dos demais itens: 2,4,6,7,9,11,12,13,15,16,17 e19. O resultado representa a “discrepância”, uma indicação de que suas impressões, precisas ou não, não estão medindo seus padrões.

Resultado

Se você marcou 42 pontos ou mais nos itens que medem padrões e menos do que 42 pontos de discrepância, é bom sinal. Voce pode ser um perfeccionista saudável:^tende a se concentrar em seus objetivos de maneira tranquila e aproveita a busca pela excelência, sabendo que não vai alcança-la o tempo todo. Se teve 42 pontos ou mais nos itens que medem padrões e 42 pontos ou mais de discrepância, isso pode indicar que o perfeccionismo, às vezes, trabalha contra você. Se você marcou menos de 42 pontos nos itens que medem padrões, certamente contabilizou menos de 42 discrepância também – e, provavelmente, você é um perfeccionista. Se você está satisfeito com isso, tudo bem, mas, se você gostaria de dar um pouco mais de si, então um caminho pode ser definir objetivos mais específicos, começando por uma área específica de sua vida. Elevar seus padrões pode ser motivador, desde que você não aumente também a autocrítica.

OBS:- O perfeccionismo não é um diagnóstico e é pouco provável que uma pessoa com esse traço exacerbado procure ajuda por este motivo – em parte porque os pensamentos e os hábitos são tão arraigados que se torna difícil para o próprio indivíduo reconhecer o problema. E mesmo inflexibilidade.quando o enxergam, relutam em mudar. O que os leva a buscar ajuda, em geral, são as dificuldades de relacionamento, indiretamente causadas pela

quarta-feira, 12 de junho de 2013

E se algo der errado? (em busca da perfeição)

E SE ALGO DER ERRADO? (em busca da perfeição)
     O esforço para ser impecável, mantendo tudo sob controle – e assim, ilusoriamente, dissipar o fantasma da insatisfação – pode tanto contribuir para o sucesso quanto a levar à angustia; porém, nem sempre nos damos conta de que a forma como  vivemos as experiências pode ser mais significativas que as situações em si.
     Pesquisam mostram que as pessoas tendem a se desencorajar por não atender a padrões muitos altos, tornando-se relutantes em assumir novos desafios ou até mesmo completar tarefas. Na prática, o excesso de autocobrança costuma produzir ineficiência, causar atrasos, dificuldades de cumprir prazos, sobrecarga de trabalho e até mesmo resultados medíocres, em comparação ao que poderia produzir se a tranquilidade fosse mantida. A busca constante pela excelência pode ainda prejudicar relacionamentos e até fazer mal a saúde. O comportamento tem sido associado a anorexia, distúrbio obsessivo-compulsivo, ansiedade social, bloqueio de escritor, alcoolismo e depressão. Mas, como tudo tem os dois lados, o perfeccionismo tem suas características positivas, como inclinação para planejamento, organização e capacidade de manter o foco -, que fazem esse aspecto muitas vezes ser exaltado pelos pretendentes a uma vaga de emprego durante entrevistas de seleção.
     O mal do perfeccionista, é que ele busca desesperadamente atingir um objetivo e acertar, só que, tomando como parâmetro um referencial alheio, e medir o seu próprio valor inteiramente em termos de produtividade  e realização, comparando-se com outras pessoas,  sem se voltar para os próprios desejos, histórias e condições em dado momento.
     Depois de um contratempo ou uma decepção, pessoas que exigem excessivamente de si mesmas costumam ser mais vulneráveis a mudanças de humor e perda de auto-estima.
     Constroem padrões de comportamentos muitas vezes ineficazes que prejudicam seu real desempenho e trabalham mais lentamente, sofrendo para definir cada detalhe.
     Deferentemente do que muitos imaginam, ninguém é perfeccionista em todas as situações ou áreas da vida. Algumas pessoas são muito exigentes a respeito da limpeza da casa, outras se concentram no trabalho ou na aparência física, por exemplo.
     Estudos revelam que os perfeccionistas, quando estão com muita pressão, seja por estarem sendo avaliados ou comparados com outras pessoas, perdem cada vez mais a auto-confiança, evitando assim novos desafios e abaixando o nível dos resultados de seus trabalhos, por temerem crítica, evitando a oportunidade de ter um feedbeck e, consequentemente, procuram se expor o mínimo possível.
     Antes que o perfeccionismo se torne uma grande dificuldade, algumas reflexões podem ajudar a lidar melhor com as situações mais estressantes. Reavaliar padrões pode ser um bom começo, fazendo algumas perguntas para si mesmo, tipo:
- O que aconteceria se eu relaxasse um pouco mais?
- Será que algo realmente grave vai acontecer se eu executar uma tarefa de forma imperfeita ou até incorreta?
     Se esse tipo de consideração não oferecer grandes resultados, pode ser conveniente optar pela ajuda de um psicólogo mais preocupado com processos e funcionamentos que com a simples erradicação de sintomas, esse profissional pode acompanha-lo na tarefa de elaborar e ressignificar experiências. Afinal, a busca pela perfeição pode ser uma forma defensiva(e inglória) de lidar com angustias e vazios que devem e merecem ser olhados e cuidados.
     Fazer o “seu melhor” sempre, é a melhor opção. Daqui um tempo, aquele “seu melhor” poderá ser melhorado, mas reconhecendo suas limitações do momento, conseguirá fazer um bom trabalho e melhorar, se assim quiser ou precisar.
     Procurar fazer algo benfeito pode ser muito bom; se você está feliz, não há razão para se preocupar, o problema aparece quando o anseio de se superar se torna uma obsessão, passa a ser motivo de sofrimento na maior parte do tempo.


- texto baseado: revista- mente/cérebro – maio/2013