quarta-feira, 27 de agosto de 2014

seu corpo, registro de sua história

SEU CORPO, REGISTRO DE SUA HISTÓRIA

O nosso corpo é o registro físico da história que vivemos até o momento.
Quando comemos em excesso, pode parecer que o cérebro reptiliano foi possuído pela fúria, forçando uma fome incontrolável. Mas na verdade,o problema é sistêmico. É característico de uma mistura de controle compulsivo( o cérebro reptiliano, tentando encontrar consolo(mente emocional) e fazendo escolhas ruins(cérebro racional). Os três estão envolvidos numa dança contínua, circular: impulso – emoção – escolha .
Muitas pessoas acima do peso perderam o contato com o próprio corpo, pois no fundo não se gostam mais. Relutam em analisar as emoções pois se preocupam com o que podem encontrar. Sentem-se presos a escolhas ruins feitas anteriormente, que dificultam ainda mais enxergar novas possibilidades outra vez.
Acredita-se que a maior parte das pessoas se alimentam hoje da mesma forma como se alimentavam na infância e na adolescência. Por exemplo: Se quando criança chorava, ou fazia manha e ganhava algo pra comer como agrado, recompensa, isto já ficou registrado em você; se na sua adolescência gostava de quebrar regras, rebelar contra autoridades, cair na farra, podem transferir isto para a comida, bebida, quando consomem 6 cervejas com um pacote de salgadinhos, mais um pote de sorvete.
Com tudo isso, com toda esta “farra” está levando o corpo para um desequilíbrio drástico, sobrecarregando o sistema digestivo, forçando o corpo a suspender ou diminuir o funcionamento de outras atividades que precisam de energia e atenção.
 Todo alimento é bom. Comer é natural.
Na maioria das dietas essa afirmação constitui a primeira barreira, o primeiro conflito. Embora a alimentação seja uma necessidade primária, parte de você passa a encará-la como tentação, como algo “ruim”. Com isso, você passa imediatamente a receber uma mensagem confusa.
Parte do problema da ingestão excessiva de alimentos reside no fato de que ela vai acontecendo sem que se perceba. Não é de forma deliberada que você sai do seu padrão habitual e começa a comer mais do que precisa – a expressão “excesso de alimentação” sugere gula, farra, empanturramento; e não é isso que está acontecendo, não é?
Provavelmente, com o passar dos anos – muitos, quem sabe -, seu padrão alimentar foi mudando para se adequar  mais a suas necessidades psicológicas e sociais do que ao padrão de manutenção requerido por seu corpo.
O ato de comer envolve a imagem que temos de nós mesmos, os nossos hábitos, condicionamentos e memória. A mente é a chave para a perda de peso, e quando ela está satisfeita, o corpo para de ansiar por mais comida.
Parece paradoxal, mas para perder peso é necessário se preencher. Se nos preenchemos com outros tipos de satisfação, a comida não será mais um problema. Jamais deveria ter sido. “Comer é uma maneira natural de se sentir feliz “.
Na busca pelo prazer, usamos a comida como substituto para o que realmente deveria nos alimentar. Quando esse problema for resolvido e nossa autoestima estiver restaurada, alimentar-se será um ato natural, algo que servirá de sustentáculo para que o equilíbrio entre mente e corpo se instale e possamos alcançar o que realmente desejamos: VIVER COM LEVEZA.

Texto baseado nos livros: você tem fome de que? Deepak Chopra – mente em sintonia – Corpo em harmonia – Bransby ClarkeSEU CORPO, REGISTRO DE SUA HISTÓRIA

O nosso corpo é o registro físico da história que vivemos até o momento.
Quando comemos em excesso, pode parecer que o cérebro reptiliano foi possuído pela fúria, forçando uma fome incontrolável. Mas na verdade,o problema é sistêmico. É característico de uma mistura de controle compulsivo( o cérebro reptiliano, tentando encontrar consolo(mente emocional) e fazendo escolhas ruins(cérebro racional). Os três estão envolvidos numa dança contínua, circular: impulso – emoção – escolha .
Muitas pessoas acima do peso perderam o contato com o próprio corpo, pois no fundo não se gostam mais. Relutam em analisar as emoções pois se preocupam com o que podem encontrar. Sentem-se presos a escolhas ruins feitas anteriormente, que dificultam ainda mais enxergar novas possibilidades outra vez.
Acredita-se que a maior parte das pessoas se alimentam hoje da mesma forma como se alimentavam na infância e na adolescência. Por exemplo: Se quando criança chorava, ou fazia manha e ganhava algo pra comer como agrado, recompensa, isto já ficou registrado em você; se na sua adolescência gostava de quebrar regras, rebelar contra autoridades, cair na farra, podem transferir isto para a comida, bebida, quando consomem 6 cervejas com um pacote de salgadinhos, mais um pote de sorvete.
Com tudo isso, com toda esta “farra” está levando o corpo para um desequilíbrio drástico, sobrecarregando o sistema digestivo, forçando o corpo a suspender ou diminuir o funcionamento de outras atividades que precisam de energia e atenção.
 Todo alimento é bom. Comer é natural.
Na maioria das dietas essa afirmação constitui a primeira barreira, o primeiro conflito. Embora a alimentação seja uma necessidade primária, parte de você passa a encará-la como tentação, como algo “ruim”. Com isso, você passa imediatamente a receber uma mensagem confusa.
Parte do problema da ingestão excessiva de alimentos reside no fato de que ela vai acontecendo sem que se perceba. Não é de forma deliberada que você sai do seu padrão habitual e começa a comer mais do que precisa – a expressão “excesso de alimentação” sugere gula, farra, empanturramento; e não é isso que está acontecendo, não é?
Provavelmente, com o passar dos anos – muitos, quem sabe -, seu padrão alimentar foi mudando para se adequar  mais a suas necessidades psicológicas e sociais do que ao padrão de manutenção requerido por seu corpo.
O ato de comer envolve a imagem que temos de nós mesmos, os nossos hábitos, condicionamentos e memória. A mente é a chave para a perda de peso, e quando ela está satisfeita, o corpo para de ansiar por mais comida.
Parece paradoxal, mas para perder peso é necessário se preencher. Se nos preenchemos com outros tipos de satisfação, a comida não será mais um problema. Jamais deveria ter sido. “Comer é uma maneira natural de se sentir feliz “.
Na busca pelo prazer, usamos a comida como substituto para o que realmente deveria nos alimentar. Quando esse problema for resolvido e nossa autoestima estiver restaurada, alimentar-se será um ato natural, algo que servirá de sustentáculo para que o equilíbrio entre mente e corpo se instale e possamos alcançar o que realmente desejamos: VIVER COM LEVEZA.
Texto baseado nos livros: você tem fome de que? Deepak Chopra – mente em sintonia – Corpo em harmonia – Bransby Clarke 

quarta-feira, 14 de maio de 2014

Quando a mentira vira doença

QUANDO A MENTIRA VIRA DOENÇA

Para começar: o que é mentira?
Dizem os dicionários em geral que mentira é o ato de mentir que, por sua vez, é dizer e afirmar ser verdade o que o mentiroso sabe que é falso, é dizer algo contrário a verdade, é emitir um juizo , uma sentença falsa.
Todo mundo mente? Porque?
Sim, todos nós mentimos, umas mais, outros menos, mas uma mentirinha sempre é contada, porque, o motivo da mentira é sempre evitar uma resposta negativa, uma resposta aversiva. A pessoa que mente pensa que é melhor, mais vantajoso dizer uma inverdade do que dizer a verdade. A verdade é sentida como algo que provocará uma resposta pior e desfavorável. Mas, não é porque a mentira é comum, que é algo a ser louvado. dizer que tudo esta bem, quando encontramos um conhecido na rua(quando na verdade está tudo ruim) é uma mentira pequena, quase sem consequência. Outra coisa, é mentir, por exemplo, num relacionamento, como no caso da traição.
O filósofo Immanuel Kant pensava que a mentira nunca, em nenhum caso, deve ser dita. Pois, de acordo com ele,não devemos fazer nada que não gostaríamos que o outro fizesse conosco. De forma a agir como se, agindo do melhor modo,o outro também pudesse fazer o mesmo. Devemos agir eticamente, não importando a consequência que o nosso ato tenha. Não vamos agir para parecermos bons aos olhos alheios, nem vamos agir mal por influência de alguém ou para nos livrarmos de um incômodo.
A mentira revela que algo dentro da pessoa não está bem. Essa atitude está relacionada à baixa autoestima ao ímpeto de tirar vantagem. Por trás da mentira pode haver um chamado, uma defesa, um sintoma ou uma compulsão. A criança mente, de modo geral, para fugir de um castigo, porque sente injustiçada, por achar que estão a exigir algo além de sua capacidade ou, pelo contrário, por estar querendo algo que, a seu ver, não merece, ou simulam situações inverídicas por estar em busca de  afirmação por meio de uma falsa capacidade.

Quando a mentira vira doença

Não é necessário ser especialista para perceber quando o ato de mentir deixa de ser normal e passa a ser patológico. Mentir sai do âmbito da normalidade, quando deixa de ser algo esporádico e começa a ser frequente. Mentir passa a ser doentio quando não apenas um, mas todas as esferas da vida de uma pessoa(trabalho, familia, amigos, etc) são permeadas pelas mentiras.
Existem pessoas que criam mentiras que tem a intenção deliberadas de enganar outras pessoas, a fim de obter vantagens sejam elas quais forem. O mais provável é que essas pessoas tenham algum desvio de caráter, porém ainda exista a possibilidade de que  sofram de algum tipo de doença; como a mitomania ou pseudolalia, que é o nome dado à condição psiquiátrica ou desequilibrio psicológico, em que o indivíduo possui o comportamento compulsivo de mentir. Como compulsão, entendemos o impulso irrestível de realizar determinado ato, sendo que a força de vontade do sujeito é insuficiente para impedí-lo de cometer tal ação, da mesma forma que acontece com viciados ou adictos em alcool ou drogas.
Para o mentiroso comum a mentira é uma ferramenta para se chegar a um objetivo, já para o mitômano ela é uma espécie de consolo contra uma realidade negativa ou hostil.
A prática frequente de viver uma situação imaginária pode ser o resultado de uma profunda insegurança emocional, além de traumas de infãncia. A atitude funciona como um mecanismo de defesa para pessoas que apresentam um quadro de carência acentuada. Crianças vítimas de uma educação julgadora, com muitas imposições, disciplinas rígidas, e que por vezes, vivem dominadas com autoritarismo, são fortes candidatas à doença. Por medo uma criança pode mentir para se poupar das reações violentas dos pais. Uma mentira de autoproteção. Quanto mais os pais exigirem que falem a verdade, mais os filhos se fecharão e embutirão suas fantasias e imaginações, prejudicando o desenvolvimento psicológico e amadurecimento deles.
A educação é ensinar os filhos a separarem o fato de suas imaginações e fantasias. É comum uma criança simplesmente pegar um objeto do coleguinha da escola e voltar para casa com ele. A criança quis o objeto e o pegou. Nem pensou no dono dele. Quando chega em casa, diante da reação dos pais que já ficam bravos com ela, dizendo que ela "roubou o objeto do coleguinha e isso não se faz", ela pode querer se safar e dizer que "achou" ou que "alguém deu para ela". É uma mentira de autoproteção. Os pais ficam mais furiosos, pois além de roubar do coleguinha ainda mente para os pais. Muito melhor seria educar a criança explicando que isso não se faz, que o coleguinha pode gostar tanto do objeto quanto ele gostou, que o coleguinha vai chorar quando sentir falta dele como também ficaria triste se o coleguinha fizesse isso com ele. os pais poderiam perguntar à criança o que o coleguinha gostaria que ela fizesse.
Os pais devem ensinar á criança a pedir desculpas ao coleguinha e devolver-lhe o objeto e explicar que quando percebeu o que fez já pensou em devolver a ele.
É assim que uma criança aprende que não se deve pegar nada dos outros e que cuide dos seus próprios objetos, isto é, aprenda a não mentir, pois os pais poderão perder a confiança nela.

Uma coisa é certa: A verdade é a base da saúde mental.