quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Um olhar psicológico para o uso da maconha

Uma pessoa que usa maconha tem como finalidade alcançar um estado diferente do normal. o objetivo de alcançar um estado diferente de percepção, sentir-se como num sonho ou para relaxar-se indica que existe uma deficiência na psicológica: os problemas externos são muitos fortes sendo necessário uma forma de compensação dessa tensão, ou o individuo que fuma maconha está fraco o suficiente para não enfrentar seus problemas naturais.  Nesse caso o problema não está na maconha, mas no comportamento de fuga.

A adolescência é a preparação para a vida adulta que por natureza é mais difícil devido a maturidade que será alcançada com o tempo e paciência. Quando um adolescente foge de seus problemas está implantando o hábito da fuga para a vida adulta. Talvez, através da própria maconha quando for adulto.

Muitos usuários alegam que o cigarro é muito pior que a maconha, dependendo do ângulo que estiver vendo, é mesmo. O cigarro nunca é saudável. Os efeitos maléficos do cigarro são diretamente proporcionais a intensidade do uso, pois é muito comum encontrar uma pessoa que fuma 20, 30 cigarros por dia, com isso a probabilidade é muito maior de contrair um câncer ou enfisema. Contudo os efeitos maléficos da maconha são outros, atingem com certeza, o comportamento e a personalidade dos usuários, pelo efeito psicotrópico,  além da Síndrome Amotivacional (caracterizada por apatia, dificuldade de concentração, isolamento social, perda no interesse em novas aquisições), e não precisa ter todas estas características, e podem ir aumentando conforme a frequência e quantidade do uso.

Como em todos os grupos sociais há uma busca pelo semelhante, então o usuário da maconha aceita e é aceito por outros usuários, que também tem por hábito fugir da realidade, reforçando que o que faz é o certo e anestesiando o lado da personalidade que precisaria se desenvolver, que é a capacidade de suportar frustrações sem desanimar, sem desistir.

Quando uma pessoa experimenta o sabor da vitória pelo seu próprio sabor da vitória pelo seu próprio esforço , tende a deixar o uso da maconha , por perceber que a vitória na vida é mais saborosa. Aqueles que alcançam o sucesso e continuam usando a maconha tem muito mais chance de perderem o que conquistarem, do que aqueles que abandonaram o uso e substituíram o valor da maconha por outro melhor.

A maconha talvez não encurte a vida de uma pessoa como faz o cigarro, mas certamente compromete a qualidade dos anos vividos.

EFEITOS FÍSICOS E PSICOLÓGICOS DEPOIS DE 2 HORAS:
  • aumento do apetite, geralmente doces;
  • sonolência;
  • desmotivação;
  • insônia e excitação nervosa;
  • irritabilidade;
  • ansiedade;
  • hiper sensibilidade moral, com relações severas por pequenas coisas (os revoltados);
  • esquecimento de algumas tarefas e horários.


EFEITOS FÍSICOS IMEDIATOS:
  • olhos avermelhados e injetados;
  • boca seca;
  • tosse ou pigarro;
  • coração mais acelerado;
  • mãos trêmulas;
  • suor excessivo;
  • sono (em alguns casos);
  • dificuldade para caminhar, devido a alteração na coordenação dos movimentos. A pessoa compensa, andando mais devagar e arrastando mais os pés no chão;
  • cansaço (em alguns casos).


OBS: Estes efeitos diferem de intensidade de pessoa para pessoa,

texto baseado no psicosite - Dr. rodrigo Morot) M.D. Saúde - e de coletãnea de outros artigos sobre o mesmo assunto.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Exercitando e planejando a sua felicidade



Felicidade é algo difícil de ser definido e mais ainda de ser mensurado. Algumas pessoas dizem que é a soma das pequenas coisas boas do dia-a-dia. Outras, que é ter uma vida plena fazendo o que se ama. E também aquelas que acham que é ter um carro bacana ou uma casa com piscina. Quem está certo? Todos estão, a felicidade que um sente não é maior ou melhor do que a do outro. Mas, como algo tão abstrato pode ser planejado? Exercitado?

Tempo e Felicidade


Ao contrário do que muita gente pensa, a felicidade não é algo que acontece nas nossas vidas aleatoriamente. Ela precisa ser exercitada e, porque não, planejada.

Por muitos anos se estudou a relação entre o dinheiro e a felicidade. Todo mundo queria encontrar a resposta para a pergunta: dinheiro traz felicidade? Mas, pouco se estudou até hoje sobre a relação entre o tempo e a felicidade.

Muitos devem concordar que o tempo está se tornando cada vez mais valioso, já que, ao contrário do dinheiro, o tempo perdido jamais poderá ser recuperado.
isso faz com que as pessoas se preocupem mais com a forma que passam o seu tempo e com o fato de que talvez não valha a pena perdê-lo quase todo em troca de dinheiro.

Mas como disse a Monja Coem em uma entrevista:
"Preocupar-se nunca é válido. ocupar-se sim."

Não adianta ficarmos estressados ou frustrados porque não estamos usando o nosso tempo da melhor forma se não tivermos noção do que gostaríamos de estar fazendo com ele.

Vocês já repararam que muitas vezes existe um hiato entre o que as pessoas dizem que elas gostariam de estar fazendo com o tempo delas e a forma com que elas gastam o tempo que tem? será que realmente sabemos quais são as coisas que nos fazem felizes de verdade?

Ser feliz exige, além de esforço, autoconhecimento. Só nos conhecemos e entendemos quais são as nossas verdadeiras necessidades quando isolamos a nossa vida dos fatores externos e fazemos uma avaliação honesta sobre a razão pela qual tomamos certas decisões.

É sempre mais fácil colocar a culpa no emprego, no marido ou nos pais pelo tempo que nos está sendo confiscado porque tivemos de arrumar a casa, trabalhar até mais tarde ou cuidar dos pais doentes. Mas será que no fundo, não estamos fazendo isso porque queremos ser consideradas boas esposas, funcionários competentes e filhos exemplares? Isso não deveria nos fazer bem em vez de nos fazer lamentar pelo tempo perdido?

É mais provável que a gente sinta que nosso tempo está sendo bem aproveitado quando fazemos algo sem esperar pelo reconhecimento de outras pessoas. Toda e qualquer ação de nossa vida requer tempo, por isso, precisamos ter consciência das escolhas que fazemos o tempo todo para que elas nos tragam algum tipo de satisfação pessoal. do contrário, continuaremos com a sensação de tempo perdido.

Não coincidentemente o trabalho é uma das coisas que tem feito cada vez mais gente infeliz. Muitas pessoas não vêem propósito algum no que fazem e por terem de passar o dia todo confinados sem sem nenhum controle sobre o próprio tempo acabam se sentindo totalmente insatisfeitos com a vida que levam.

Só que nem todo mundo pode largar tudo para abrir seu próprio negócio ou viajar. nem todo mundo pode abandonar os pais doentes ou deixar algumas obrigações de lado. O que fazer então????

Comece a planejar a sua felicidade. sim, como planejamos os nossos gastos ou as nossas férias. Abra espaço na sua vida para aquelas coisas e pessoas que fazem você se sentir bem. identifique o que te faz feliz e repita isso com mais frequência.

Quando organizamos e planejamos as coisas com antecedência otimizamos o nosso  tempo (e muitas vezes o nosso dinheiro) e fazemos com que ele renda mais.

Arrumar tempo para aquilo que te faz verdadeiramente feliz, isso é planejar a sua felicidade.

texto baseado: felizcomavida. com

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Análise do filme: Sybil

Livro e filme, trata de uma mulher chamada Shirley Ardell Mason, nascida em 25/11/1923 na cidade de Dolge Center, no estado de Minessota. sua história é o mais famoso caso de personalidade múltipla já registrado.(filme feito em 1972).

Sybil, é uma paciente com severos problemas de ansiedade social e perda de memória. Com o decorrer da terapia, que durou 11 anos, a Dra. Wilburn descobre que ela tem 16 personalidades distintas. Ela usa hipnose e o barbitúrico Amobarbital para encorajar as diversas personalidades de Sybil a se comunicarem e revelarem informações sobre a vida da paciente.

A Dra. Wuilbrn concluiu que as múltiplas personalidades (transtorno dissociativo) de Shirley Mason (Sybil) foram resultados do abuso infantil por parte da mãe, aparentemente esquizofrênica, o pai ausente, o avô fanático religioso e morte prematura da avó, único ponto de afeto e aceitação na vida da criança,

Conta a história da luta desesperada de uma mulher que quer voltar a ser uma só.

O fenômeno que ocorreu em Sybil é um caso extremo do que ocorre em todos nós: todos possuimos personificações de vários aspectos que rejeitamos e/ou desconhecemos em nós mesmos.

O conceito de Carl Jung sobre a sombra - O lado escuro que todos nós temos, as monstruosidades das quais todos nós somos capazes, é na verdade um tipo de personalidade múltipla. Ela torna-se um problema de saúde mental quando atinge uma intensidade que afasta dramaticamente a pessoa de sua consciência e a impede de integrar a informação em suas mentes.

Veja o Trailer: